17.8.11

A PALAVRA TERNURA












Ameaçava um pouco de chuva
Mas decidi fazer a caminhada.
Numa curva do caminho
Dei de caras com a ternura!
Cena linda e muita rara,
Muito bela e muito pura...
Uma avozinha curvada,
Depois de uma vida bem dura...
Uma mão cansada,
Escura e com rugas,
Ao mesmo tempo que uma mão
Linda, branca, e rosada,
A mão da avó segurava.
- Cuidado vovó, cuidado.
Podes cair e eu sou pequenina para te ajudar.
Sabes que te amo, não sabes!
Sabes que te amo com muita ternura.
- Sei minha querida, e sei também
Que és o amor da minha vida!

Fiquei parada, comovida,
Olhos molhados,
E um nó na garganta.
Cena linda que na minha mente
Ficará plantada para sempre...

Adelaide 2011
Autora

***

4 comentários:

Maria Teresa de Brum Fheliz Benedito disse...

Adelaide querida!

Ternura tua escrever tão lindo poema.
Ah as avós, os avôs quanta ternura trazem ao nosso coração.
Estou deveras emocionada com teu carinho e tua ternura.
Voltarei sempre aqui para me lambuzar de ternura,obrigada viu?
Parabéns querida!
Um beijo em seu coração,Maria Teresa

Maria Teresa de Brum Fheliz Benedito disse...

Adelaide, adorei sua visita.
Deixa sim seu poema "POetisa" para eu ler,com certeza irei adorar.
Um abraço,Maria Teresa

Adelaide disse...

Querida Maria Teresa,

Que bem ter-te encontrado para ouvir tão belas palavras que brotam do teu coração,o qual deve ser do tamanho do mundo.

Beijinhos
Adelaide

Adelaide disse...

Querida Maria Teresa,

O meu poema A ROSA, já está no meu blog para si, com muto carinho.

Um doce beijo

Adelaide