25.1.11

RECOMENDAÇÃO DA CRUZ VERMELHA

> *Esta é uma recomendação da Cruz Vermelha a nível mundial:*
>
> O pessoal das ambulâncias e emergência médica que presta assistência nos
> acidentes da estrada, constata que os sinistrados têm um telemóvel
> consigo.
> No entanto, na hora de intervir, muitas vezes esse pessoal não consegue
> descobrir qual a pessoa a contactar na longa lista de telefones existentes
> no telemóvel do acidentado.
> Para tal, a Cruz Vermelha lança a ideia de que todas as pessoas
> acrescentem na sua lista de contactos o número de telefone da pessoa a
> contactar em caso de emergência.
> Para facilitar, tal deverá ser feito da seguinte forma: Inserir na memória
> do telemóvel a entrada *'AA Emergência'*,* *seguida do nº de telefone para
> o qual deseja que seja feito o aviso. (As letras AA são para que este
> contacto apareça sempre em primeiro lugar na lista de contactos).
> É simples, não custa nada e pode ajudar muito quem nos prestar
> assistência.
>
>
>
>

18.1.11

ANDREA BOCELLI - CON TE PARTIRÓ


Composição: Francesco Sartori / Lucio Quarantotto

Quando sono solo
Sogno all'orizzonte
E mancan le parole
Si lo so che non c'è luce
In una stanza quando manca il sole
Se non ci sei tu con me, con me

Su le finestre
Mostra a tutti il mio cuore
Che hai acceso
Chiudi dentro me
La luce che
Hai incontrato per strada

Con te partirò
Paesi che non ho mai
Veduto e vissuto con te
Adesso si li vivrò
Con te partirò
Su navi per mari
Che io lo so
No no non esistono più
Con te io li vivrò

Quando sei lontana
Sogna all'orizzonte
E mancan le parole
E io si lo so
Che sei con me, con me
Tu mia luna tu sei qui con me
Mio sole tu sei qui con me, con me
Con me, con me...

Con te partirò
Paesi che non ho mai
Veduto e vissuto con te
Adesso sì le vivrò
Con te partirò
Su navi per mari
Che io lo so
No no non esistono più
Con te io li rivivrò
Con te partirò
Su navi per mari
Che io lo so
No no non esistono più
Con te io li rivivrò
Con te partirò
Io con te

16.1.11

NON-STOP-LIFE

A vida passa, em corrida,
Em dura luta, constante.
Entre o homem bon-vivant,
O culto e o ignorante.
A vida corre, em stress,
Qual vendaval que destrói,
Levando tudo pela frente,
Nos cansa, maça, destrói.

A vida corre, ofegante,
Entre os que amam, traindo,
Os que governam, roubando
E os que ajudam, sorrindo.
Mas neste jogo de vidas,
Onde tantos estão morrendo,
Bem Haja quem faz o bem
De ajudar, quem ‘stá sofrendo.

Entre essa gente agitada,
Procuro, serenamente,
Encontrar a minha estrada,
Perdida algures, estranhamente.
E, nesta busca, constante,
Vejo o meu tempo passar,
Enquanto doces sorrisos,
Me dizem que é bom amar.

Não deixes que o tempo corra,
Não deixes mais que te canse.
Deixa que o Sol brilhe em ti,
Deixa que o vento se amanse.
E na calma do luar,
Duma noite, 'inda menina,
Faz um hino à Natureza
E à sua força Divina.

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INCREDIBLE

15.1.11

8.1.11

WOLFGANG

8.1.11














GERBERAS COR CHAMPAGNE

Ergo a minha taça para brindar à música inesquecível que Mozart deixou para delícia dos nossos sentidos. Sim, porque ela nos percorre de lés a lés. Todo o nosso ser se contagia pela beleza dos seus acordes, ritmo, leveza e tudo o mais que, só a boa música é capaz de despertar em nós, seres inteligentes e sensíveis a tudo que é belo. Também é digna de nota a biografia do mestre que nos deixou há já 250 anos. Como a maioria das pessoas sabe, tudo nele desabrochou na tenra idade. Infelizmente até a morte no-lo roubou aos 34 anos, quando não devia. Muito ficou por fazer. É difícil acreditar que, aos três anos de idade, só 36 meses de vida, tenha ele começado a ser considerado executante e aos 5 já compositor! Era um pequeno mestre austríaco que enfrentava grandes plateias e empreendia "tournées" que sempre acabavam em grandes triunfos. Era exigente consigo e com quem com ele trabalhava. Chegava mesmo a ser sarcástico nas suas críticas!

Como estudante era exemplar, atento e trabalhador. Helen Kaufman diz que, e estou plenamente de acordo, os jovens deviam ler a biografia deste grande músico, assim como a de outros grandes homens que ficaram famosos, mesmo noutros campos da ciência, não só porque daí tirariam exemplos úteis para as suas vidas, mas também porque os bons exemplos escasseiam demais nestes dias tão conturbados da nossa existência onde parece que só o mal impera. E as nossas crianças! Infelizmente, estão expostas a ele, o mal, por força das circunstâncias. Vejam-se, como exemplo, os desenhos animados que invadem as nossas casas a toda a hora, apresentando imagens desprovidas de qualquer beleza, figuras terríveis que amedrontam até os adultos! Ah! Grande Walt Disney por onde andas tu?

Voltando porém ao tema principal desta nossa conversa, Mozart, há ainda algo para aprender. Por acaso sabiam que antigamente não se falava em piano mas sim em cravo? E sabiam também que era o próprio pai do nosso jovem músico que lhe dava lições, assim como à irmã, uns aninhos mais velha do que ele? É encantadora a biografia de Wolfgang! Havia um grande respeito entre o pai e os filhos. Bons velhos tempos!!!

Certo dia, terminada a aula da irmã, o pequeno futuro Mozart gostou tanto do que a irmã tocou que disse: Agora eu, agora eu! Cresce e aparece, lhe deve ter dito provavelmente o pai, ao mesmo tempo que não escondeu a sua admiração com a atitude do filho que nem sequer chegava ainda às notas do cravo!...

Adelaide


2.1.11

HISTÓRIA DE ALENTEJANOS

02.01.11
























O Presidente dos Estados Unidos da América, Barak Obama, ouviu tanto falar dos alentejanos, que decidiu convidar um grupo deles para visitarem os
Estados Unidos.

Mandou o seu próprio avião buscá-los ao Alentejo e prepararam uma grande recepção no hangar presidencial, onde colocaram um grande palanque, com banda, passadeira e cartazes de boas-vindas.

Ao chegar o avião, a banda começa a tocar, os coros a cantar, abre-se a porta do avião, assoma-se a hospedeira e,... nada, dos convidados... nada.

O presidente, descontrolado porque eles não descem, manda o seu secretário investigar.

O secretário regressa, fala com o presidente e diz-lhe: "Senhor, os alentejanos não querem descer porque têm medo do Well"

O presidente não percebe nada e diz-lhe: "Mas... quem é o Well?"

Regressa o secretário e diz ao alentejano: - O Presidente pergunta quem é
Well?

E o alentejano diz-lhe: - Não sei! Mas ali, naquele cartaz diz:
*"WELL COME ALENTEJANOS"*

***

1.1.11

VIRA-VENTO




















Muitos dias, meses e 2 anos passaram... Este objecto lindo, que não passava de um simples brinquedo, já não existe. Tudo neste mundo acaba, o que é lindo, o que é feio, tudo acaba. Só não acaba o que não se vê.
Era a cor que me encantava, eram os movimentos produzidos em dia de vento. Por isso o apelidei de Vira-Vento. Era ele que me aconselhava a dar a passada para o ar livre do meu jardim se o vento estivesse parado, sossegado. Se, pelo contrário, estivesse nervoso, rodando, rodando, então era o vento que nos comandava.
Eu ficava por trás do vidro da porta, olhando a tareia que as minhas amigas plantas apanhavam, quase a tocar no chão se fossem altas, ou movendo-se de um lado para o outro se fossem baixas.
Por vezes o vento trás acompanhante: a chuva que destrói as minhas amigas plantas.

Adelaide

PASSARINHOS AMANTES



São meus
Ninguém mos tira
Foram as minhas tintas
Os meus pincéis
as minhas mãos
que lhes deram forma
quase vida.
Como dizia Tomé da Póvoa
"Estes muros são meus,
estas árvores
e estes pássaros
Porque nelas constroem seus ninhos.
Como são belos os passarinhos...

Adelaide 2010







MARAVILHOSO RELVADO












Era uma tarde de sol
Bela quente e doce.
Fui andando, andando,
Sentindo na face
E nos olhos fechados
O calor e a luz forte
Do astro rei.

Caminhei, caminhei,
Até que um relvado
Verde, fresco, bem tratado,
Com pingos de orvalho
Ainda por secar,
Se me deparou.

P'ra minha alegria,
Parei, e pensei..
É este o momento
De realizar meu desejo,
Há muito guardado.
Ajoelhei, deitei
Suavemente.
E meu corpo
Rebolou na relva fresca.

Rebolou, rebolou,
Olhei o céu e assim fiquei.
Não mais me levantaria...
Tão grande era a alegria,
E o sentimento que sentia.
Tinha realizado o desejo
Que há muito queria...

UM PEQUENO POEMA




















DIA DOCE, QUENTE, SOALHEIRO
SUOR ESCORRENDO PELA FACE
SILÊNCIO
SILÊNCIO DE OURO
QUE CURA A EBULIÇÃO
QUE INVADE
MEU CORAÇÃO
MEU SER ABENÇOADO
POR TUDO QUE AMO
E AMO TANTO
VIDA DE ENCANTO
MOMENTOS DE GRAÇA
MÚSICA QUE OUÇO
DE OLHOS FECHADOS
E AQUELES ABRAÇOS
IMAGENS BELAS
FLORES
BELAS CORES...

Adelaide 2010