
13.10.11
CHAMA POR MIM

Chama por mim
E eu vou a correr.
Chama por mim
E enrolo-me nos teus braços.
Chama por mim
E enche-me dos teus afagos,
E aqueles abraços que tanto amo
E que me dás com empenho!
Empenho sublime, doce,
Que abriu o meu coração.
A tristeza saiu e o amor entrou!
Chama por mim e dá-me vida.
A vida que quero viver
Com esperança, sonhos e risos.
Chama por mim...
Momentos que não podemos esquecer.
Chama por mim e vou a correr...
Adelaide 2011
11.10.11
9.10.11
7.10.11
LEITURAS MUITO ÚTEIS
"Filho é um ser que nos emprestaram para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem.
Isso mesmo! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.
Perder? Como?
Não é nosso, recordam-se?... Foi apenas um empréstimo!"
José Saramago
15.9.11
14.9.11
POEMA QUE O VENTO ME LEVOU
*
Meu poema foi com o vento.
O vento forte o levou...porquê?
Será que dele gostou?
Percorri caminhos e veredas.
Afastei arbustos,
percorri campos.
Ao longe olhei
E nada vi!
Mas, de repente...Ah! Encontrei!
Olhei as águas do riacho
Que corria lesto no seu leito,
E alimentava plantas e flores
Lindas,de todas as cores
E o meu poema estava lá,
Admirando a beleza à sua volta.
Apanhei-o, meio seco e meio molhado!
E ele me disse encantado...
Foi um passeio maravilhoso,
Que nunca tinha percorrido.
Assustei-te, mas aqui estou!
Coloca-me no meu lugar
Pois nunca deixarei de te amar!
Fizeste-me e vida me deste.
Serei lido e admirado, por quem
Gosta de poemas simples!
E simples eu sou...*
Adelaide 2011
Meu poema foi com o vento.
O vento forte o levou...porquê?
Será que dele gostou?
Percorri caminhos e veredas.
Afastei arbustos,
percorri campos.
Ao longe olhei
E nada vi!
Mas, de repente...Ah! Encontrei!
Olhei as águas do riacho
Que corria lesto no seu leito,
E alimentava plantas e flores
Lindas,de todas as cores
E o meu poema estava lá,
Admirando a beleza à sua volta.
Apanhei-o, meio seco e meio molhado!
E ele me disse encantado...
Foi um passeio maravilhoso,
Que nunca tinha percorrido.
Assustei-te, mas aqui estou!
Coloca-me no meu lugar
Pois nunca deixarei de te amar!
Fizeste-me e vida me deste.
Serei lido e admirado, por quem
Gosta de poemas simples!
E simples eu sou...*
Adelaide 2011
12.9.11
9.9.11
8.9.11
7.9.11
ORA ESTA......
É só rir....LOL!
Um pai compra um robot detector de mentiras que dá chapadas nas
pessoas quando mentem.
Decide testá-lo ao jantar
"Filho, onde estiveste hoje?"
"Na escola pai" O robot dá uma chapada no filho. "Ok, vi um dvd em casa do Zé!"
..."Que dvd?"
"Toy Story" O robot dá outra chapada no filho."Ok, era porno"
choraminga o filho.
"O quê? Quando tinha a tua idade não sabia o que era porno!"diz o pai.
O robot dá uma chapada no pai!
A mãe ri-se "ahahaha! Ele é mesmo teu filho" O robot dá uma chapada na mãe!
Um pai compra um robot detector de mentiras que dá chapadas nas
pessoas quando mentem.
Decide testá-lo ao jantar
"Filho, onde estiveste hoje?"
"Na escola pai" O robot dá uma chapada no filho. "Ok, vi um dvd em casa do Zé!"
..."Que dvd?"
"Toy Story" O robot dá outra chapada no filho."Ok, era porno"
choraminga o filho.
"O quê? Quando tinha a tua idade não sabia o que era porno!"diz o pai.
O robot dá uma chapada no pai!
A mãe ri-se "ahahaha! Ele é mesmo teu filho" O robot dá uma chapada na mãe!
3.9.11
MAIS UM DIA VENTOSO PASSOU.

E o meu poema? voou!!!!
Vou procurá-lo e, aqui, de novo,
colocá-lo...............
APARECEU...
...........
POEMA QUE O VENTO ME LEVOU
*
Meu poema foi com o vento.
O vento forte o levou...porquê?
Será que dele gostou?
Percorri caminhos e veredas.
Afastei arbustos,
percorri campos.
Ao longe olhei
E nada encontrei!
Mas, de repente...Ah! Encontrei!
Olhei as águas do riacho
Que corria lesto no seu leito,
E alimentava plantas e flores
Lindas de todas as cores
E o meu poema estava lá,
Admirando a beleza à sua volta.
Apanhei-o, meio seco e meio molhado!
E ele me disse encantado...
Foi um passeio maravilhoso,
Que nunca tinha percorrido.
Assustei-te mas aqui estou!
Coloca-me no meu lugar
Pois nunca deixarei de te amar!
Fizeste-me e vida me deste.
Serei lido e admirado, por quem
Gosta de poemas simples!
E simples eu sou...*
Adelaide 2011
**
QUE BEM FAZ RIR
Você já observou que quando está rindo, de verdade, durante aqueles poucos instantes, acontece um profundo estado meditativo? O estar no corpo, naquele lugar, torna-se absolutamente óbvio. As pernas amolecem (não precisa chão), o corpo desequilibra (não é mais possível manter a pose) e o pensamento pára (o juiz cruel vai dar uma volta).
É impossível rir e ter as pernas e joelhos travados. Você necessariamente flexiona, amolece todo o corpo.
É impossível rir sem sentir vontade de colocar as mãos no plexo e coração. Uma turbinada, os batimentos e oxigenação aumentam, o corpo fica mais quente.
O fígado desopila, ou seja, desintoxica de suas iras, rancores e ranços...
É impossível rir sem ter a vontade de olhar para o alto. Sem lacrimejar, sem fechar e abrir os olhos. Um exercício natural para limpar a visão, a janela da alma.
Ah, o riso é a menor distância entre duas pessoas, entre o desafio e a solução, entre a doença e a transformação.
“O riso é a melhor maneira de fazer um coração bater” – Robert Holden
20.8.11
18.8.11
A ROSA
Estava perdida,
No chão caída
Molhada,
Abandonada,
Pobre rosa ferida!
A força da chuva
A roubara à árvore mãe,
Que chorava também,
Ao vê-la caída na relva, dorida...
Mas,
Uns dedos suaves,
De mãos singelas,
A apanharam,
E entregaram,
Como presente,
À avó carente,
E de rosas amante!
Gesto belo de netinho adorado,
Pela avó amado,
Eternamente...
Adelaide 2008
O MEU MAR

As águas verdes
tranquilas ou ondulantes
que os meus olhos enxergam
e admiram sem descanso,
pertencem ao meu mar
porque nele me molho se quero
ou só o olho e não me molho.
As areias lisas
ou já calcadas,
pertencem ao mar verde
que as alisa quando quer.
Porque uma areia lisa
lembra uma seda
muito brilhante
muito ondulante
se uma brisa houver.
Estendo-me nessa areia de seda,
sinto o calor que me aconchega.
Cobre-me o azul do céu
que me encanta, me enleva
e acalma os meus turbilhões.
Medito, relembro o que já passou
mas...esqueço. Lembrar para quê?
tranquilas ou ondulantes
que os meus olhos enxergam
e admiram sem descanso,
pertencem ao meu mar
porque nele me molho se quero
ou só o olho e não me molho.
As areias lisas
ou já calcadas,
pertencem ao mar verde
que as alisa quando quer.
Porque uma areia lisa
lembra uma seda
muito brilhante
muito ondulante
se uma brisa houver.
Estendo-me nessa areia de seda,
sinto o calor que me aconchega.
Cobre-me o azul do céu
que me encanta, me enleva
e acalma os meus turbilhões.
Medito, relembro o que já passou
mas...esqueço. Lembrar para quê?
Adelaide 2010
*
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